sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

A participação política da juventude angolana

A participação política da juventude angolana
Nelson Pestana (Bonavena)
Cientista Político e investigador coordenador do CEIC/UCAN
Introdução
Parece que a imagem do jovem sinónimo de refractário da política está muito disseminada entre nós. E, daí a importância do tema escolhido pela associação Omunga para esta conferência: "A participação política da juventude angolana". Sobretudo porque vivemos numa sociedade fechada, cujo modelo de governação permanece numa lógica de controlo da sociedade e desta sobre os seus membros.
Mas, quando penso num tema destes, a primeira preocupação que me ocorre é a da necessidade de uma precisão de conceitos, para saber o que é isso de ser jovem e o que é que significa a expressão "participação política".

A juventude é um momento de passagem entre a adolescência e a vida adulta. É, por isto, um conceito cronológico, um momento do desenvolvimento biológico e intelectual do homem. Embora neste capítulo, Jean-Paul Sartre afirmasse que " a juventude não é uma idade mas uma maneira de estar na vida". E, neste sentido, segundo o filósofo francês, podia-se ser adulto e manter-se um espírito jovem, e ter-se juventude física e ser-se espiritualmente velho. O fundador do existencialismo entendia pois a juventude como a condição de irreverência em relação aos desafios da vida e a velhice como o conformismo. Ou seja, para Sartre a juventude é ao mesmo tempo um estilo de vida e uma força inconformista, renovadora.

A juventude, sendo um momento do percurso social do Homem que está ligado a determinadas percepções e expectativas, tem sempre um papel preponderante, porque afinal, não há sociedade sem juventude. O papel dos jovens sempre foi fundamental na história política e social do país e, não pode deixar de constituir um factor determinante na transformação social do país.

Grandes líderes nacionais, africanos, americanos, asiáticos e europeus começaram por ser militantes de organizações juvenis, começaram por ter participação em movimentos associativos, em vários domínios (político, cultural e social, estudantil e outros) que funcionaram para eles como verdadeiras escolas de formação cívica.
Nelson Mandela começou por ser membro da juventude do ANC, Agostinho Neto, antes mesmo de ter militado no Mud-juvenil, fez parte da juventude evangélica da Igreja Metodista e participou no jornal cultural do Liceu Salvador Correia, o Estudante. Muitos dos militantes nacionalistas passaram primeiro, e fizeram uma espécie de aprendizado nas organizações juvenis religiosas. A maior parte dos actuais dirigentes políticos passaram por organizações de jovens. O actual Presidente da República foi dirigente de uma organização juvenil. A participação nos movimentos estudantis proporciona aos jovens uma outra visão do mundo. O célebre movimento de estudantes de Maio 1968, em França, mudou o mundo. O movimento de resistência dos estudantes de Soweto mudou a África do Sul e levou ao fim do apartheid.

Definir "participação política" implica descortinar dois conceitos, o de "participação" e o de "política". Começo por encontrar uma definição de "política" para depois pensar o entendimento de "participação" e, consequentemente, de "participação política".

Quando se fala de política não rara vezes a primeira coisa que se faz é esclarecer a origem etimológica da palavra do grego politiké (cujo sentido seria o de ciência dos assuntos da polis). Muitas abordagens do tema, definem a política como sendo a organização do poder numa comunidade. Em sentido lato, a política é a forma de organização e funcionamento de uma sociedade. A política é pois uma forma de defesa do interesse comum dos membros de uma comunidade. A política, como forma de organização e funcionamento da polis, visa um interesse universal que diz respeito a todos e não apenas a alguns, como é o caso das formas pré-politicas identificadas por Aristóteles, como é a oikos.o Somente num sentido restrito, a política é associada às lutas pelo controlo e exercício do poder.

Afinal, este conceito não é estanque, e tem evoluído com o decorrer dos tempos, correlacionando-se com outros conceitos. A ideia de que a política refere-se a questões do interesse comum da comunidade, está associada à ideia de espaço comum, de espaço público, onde intervêm uma pluralidade de autores interessados na melhor gestão da res publica. Mas, também está ligada às formas de decisão sobre esse interesse comum.

A política teria assim, três sentidos; o de forma de domínio, o de tecnologia da gestão do interesse comum e o de uma relação de poder.

A participação é entendida como a possibilidade de fazer parte dessa res publica, da sua gestão, dos processos de escolha e decisão. A participação política deve pois ser entendida como fazer parte do espaço público, das escolhas e decisões políticas que dizem respeito a todos.

Apurados os dois conceitos que balizam o nosso tema, creio que para falar da "participação política da juventude angolana", temos que o fazer em dois momentos: (1) a juventude e a sociedade (relação formação, integração, alienação) e (2) a relação da juventude com a política, ou seja, o processo de tomada de consciência da juventude que a levará à apropriação da política e do espaço público. Para, finalmente, tirar algumas e breves conclusões.


I. A juventude e a alienação na sociedade
É comum afirmar que cada sociedade constrói a sua juventude à sua própria imagem (FORACCHI, Marialice M., 1965, O Estudante e a Transformação da Sociedade Brasileira, São Paulo, Nacional). O nosso país está refém de um poder de predação desde algum tempo. E, desde há alguns anos que se tem a ideia de que os jovens apenas se deixam atrair por "maratonas". Esta instituição (a "maratona") foi uma criação do partido de poder para "alienar" os jovens que no dealbar da independência se apresentavam muito implicados com os destinos do país, com as ideias revolucionárias, com o inconformismo.

As representações da sociedade angolana refém dessa economia política de predação seriam tendentes a valorizar e a estimular determinados comportamentos dentro de limites que ela própria estabeleceu e que são os limites da sua legitimação e da sua continuidade, destruindo a capacidade de autonomia da juventude.

Por isto, é que hoje, a ideia que se tem é que os jovens não se interessam pela política, ou pelo menos, não têm participação política. São apáticos em relação aos destinos do país e remetem essa tarefa que lhes é estranha para o "boss do cadeirão maior". A vida dos jovens poderia pois resumir-se a um estado contemplativo, de pouca entrega para o saber, de permanentes sentadas alcoolizadas, onde se discute futebol, música, o enredo de um esquema e uma ou outra cena cómica da vida.

Esse desinteresse dos jovens pela política estaria associado ao facto de eles não encontrarem nos políticos nenhuma proposta que os seduz, pois estes não reflectem no seu discurso as principais preocupações dos jovens. Estas preocupações seriam a pobreza, o acesso à educação, ao emprego e à habitação.

É claro que os jovens mostram também uma grande desinformação sobre a política, já que os seus meios de (des)informação são os órgãos de comunicação social do Estado, com uma preferência pelos programas de diversão, a despeito dos formativos ou informativos.

A ausência de mecanismos que estimulem a participação dos jovens é consabida. Da mesma maneira que poucos são os mecanismos de participação de todos os cidadãos no espaço político.

Estudos sobre os jovens mostram que estes são mais afoitos a participar em associações religiosas ou desportivas. O que demonstra que não há menor participação dos jovens por falta de disposição ou mesmo desinteresse, mas sim porque não há mecanismos que estimulem e promovam o acesso à informação e a inclusão das pessoas, e nomeadamente dos jovens, na política do país.

A pressão da sociedade para que os jovens se afastem da política, não de uma carreira no Estado (isto é, no partido-Estado) é grande. À esta pressão (sociedade/jovem) contrapõe-se a uma pressão dos jovens sobre a sociedade. O equilíbrio destas duas forças está na sua conjugação e auto-preservação. Mas há um momento em juventude e sociedade hão de ter fricções, choques pois a sociedade nem sempre consegue cumprir com os seus compromissos para com a juventude (ou pelo menos com aquilo que a juventude acha que é o compromisso da sociedade em relação a ela). A percepção que os jovens têm de si mesmo é que eles não contam para nada, mesmo quando se repete o slogan (esvaziado): "a juventude é futuro de uma nação".

Mas, apesar desse olhar devolutivo de sinal negativo, a juventude representa uma força dinamizadora do sistema social. E por isso vai procurar transforma-lo. A escolha dos meios e dos objectivos pode ser condicionada pela maneira como se lidar com os jovens no presente. "Quem semeia ventos, colhe tempestades! – diz o ditado.

Que imagem a sociedade está formando no jovem? E qual a imagem devolutiva do jovem sobre a sociedade? Pela sua função a juventude, sendo uma sua criação, não será reflexo da sociedade que ela contesta. Pelo contrário, a sociedade é que será o reflexo da sua juventude. Há pois um "parto" anunciado da juventude em relação à sociedade. Este nascer de (que implica em termos simbólicos um separar-se de e um corte do cordão umbilical) não significa uma perda mas uma superação da sua "alienação" do espaço público.

Na medida da sua consciencialização sobre a sua "alienação" do espaço público, a juventude vai dotar-se de mecanismos de superação que o conduzam a autonomia (auto + nomos).

II. A juventude e a política

Um desses mecanismos é a participação política. Pois, a etapa da vida que é a juventude é um momento privilegiado para o despertar para as questões da polis. É normalmente o tempo das interrogações fundadoras do ser humano e, entre estas, estão as referentes a vida da comunidade de pertença.

Vimos, no entanto, que os canais de socialização dos jovens não estimulam a sua participação no espaço público e, nomeadamente na esfera política ou na gestão da res publica. Também porque o país vive um momento particular de desenvolvimento e os nossos jovens estão mais tolhidos por necessidades primárias, já que as suas expectativas não são correspondidas.

É comum acusar os jovens de hoje de não ter mais utopias, de serem muito consumistas, imediatistas, interesseiros, de estarem completamente alienados pelo sistema que os formatou, incorporou e os absorve. Para essas pessoas apenas as gerações passadas são a grande referência.

Mas, a juventude é uma espécie de barómetro social, onde o mercúrio sobe ou desce em função do aquecimento social. Uma sociedade asséptica, cujo cordão sanitário político (mantido por uma policia de contra-inteligência) não permite a menor manifestação dos jovens está em sinal de alerta vermelho. Tudo vai bem, ou tudo vai mal.


O que temos que saber é o porque dessa maneira de estar na sociedade da juventude de hoje, e, nomeadamente em relação à política.

Acontece que a política continua a ser associada a uma actividade de risco. A velha expressão; "Xé menino não fala política", contínua a perdurar.
Todas as iniciativas de participação em associações ou fóruns locais que não sejam entendidos como prolongamentos da governação (que é entendida como uma coisa diferente da política) e como auxiliares do "governo", são vistas com desconfiança, são cooptadas, controladas ou perseguidas.

Glosando Dom Hélder da Câmara, célebre bispo brasileiro que se opôs à ditadura militar, pode-se dar pão aos pobres, mas não se pode questionar o porquê dos pobres não terem pão". As coisas são como são e por isso não devem ser questionadas - este é um pensamento impulsionador do conformismo que está subjacente à actuação do poder político no país.

O que quer dizer que há também necessidade de alteração da organização política do país, de maneira a modificarmos a estrutura de poder político e a construir uma sociedade aberta, de livre iniciativa e emulação de ideais, também no espaço político, de modo a incluir nos processos de decisão e execução das políticas públicas a pluralidade de sujeitos e, particularmente todos aqueles que são directamente interessados ou atingidos por esta política pública.

A juventude tem a potencialidade de ser a principal camada social a promover este reordenamento político, tanto pela sua disposição em participar na construção do seu próprio destino, quer pela sua importância e expressão sociais.
III. Conclusão

Tem pois que romper com o conformismo. E assumir uma cidadania activa, em casa, na escola, no bairro, no município, na província e no país.

A juventude deve desde já construir a sua intervenção social unificada, de modo a exercer maior influência de decisão sobre a política em geral, seja nos movimentos sociais e reivindicativos, seja na política institucionalizada. Isto é gerador de grandes e importantes conquistas sociais para todo o país e para todos (jovens, famílias, comunidade).

Permite promover a inclusão política que é uma das componentes da cidadania activa. O país precisa de investir em políticas sustentadas para a juventude sobretudo quando se sabe que a estrutura etária do país é muito jovem, perfazendo cerca de 60% da população menor de 18 anos.

A própria sociedade precisa dessa participação e intervenção dos jovens, pois ela permite uma renovação dos quadros dirigentes. A experiência mostra que os jovens que participam dos movimentos associativos, sociais e reivindicativos acabam por ocupar posições de relevo na sociedade.

A juventude organizada e consciente dos seus direitos e deveres promove sempre renovação e transformação. Enquanto que a juventude alienada do seu papel social reproduz o modelo da sociedade vigente e, não só perpetua formas de injustiça, como hipoteca o seu (e o nosso) futuro. Pois a ausência de jovens na política provoca desequilíbrios na sociedade.

A juventude angolana não é amorfa, tem é mostrado uma outra realidade que os poderes pretendem ignorar. No gera, não participa em movimentos associativos, sociais e reivindicativos mas organizou formas de resistência próprias através do espaço cultural (indumentária, música e teatro) e nas comunidades locais (familiares, linguísticas ou religiosas). Para além disto, é preciso considerar o silêncio que também uma forma de manifestação e a expressão do seu protesto.

Por isso, a juventude é uma etapa cronológica da vida, é uma entidade inerente ao homem social, é uma potencialidade rebelde e inconformista mas sobretudo sintetiza a possibilidade de uma força de pronunciamento no processo histórico de desenvolvimento do país.

O que precisa é assumir o seu lugar e tempo. As gerações passadas podem ser referência para os jovens de hoje, mas não podem coloniza-los, impedindo que estes cumpram o seu próprio tempo.

Cada geração tem o seu tempo e contexto e deve vivê-los. Assumindo a sua autonomia e visão crítica própria

FIM

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

a vida e obras de Aristóteles

A Vida e as Obras



Este grande filósofo grego, filho de Nicômaco, médico de Amintas, rei da Macedônia, nasceu em Estagira, colônia grega da Trácia, no litoral setentrional do mar Egeu, em 384 a.C. Aos dezoito anos, em 367, foi para Atenas e ingressou na academia platônica, onde ficou por vinte anos, até à morte do Mestre. Nesse período estudou também os filósofos pré-platônicos, que lhe foram úteis na construção do seu grande sistema.

2 pessoas morrem num acidente no avião da Banda Caypso

Um avião bimotor com 10 pessoas a bordo, pertencente ao músico Chimbinha, da banda Calypso, caiu na manhã de ontem no bairro de San Martín, no Recife (PE). Duas pessoas morreram: o produtor do grupo, José Gilberto da Silva, 46, e o piloto da aeronave, Eurico Pedroso Júnior.
Ficaram feridos o deputado federal Eduardo da Fonte (PP); o superintendente-adjunto do Metrô do Recife (Metrorec), Davidson Tolentino; Rogério Paes Silva, co-produtor da banda; o empresário Valmir João de Oliveira, que se encontrava, até as 19 horas de ontem, em estado grave na UTI; o co-piloto Bruno Carvalho Carneiro; Helena Lúcia Ferreira; Luiz Augusto Nóbrega, um dos donos da casa de espetáculo Chevrolet Hall, no Recife; e Eduardo Henrique Rocha do Ó, um dos donos do Centro Diagnóstico Albuquerque do Ó, clínica de exames de imagem que fica no bairro do Derby, região central da capital pernambucana.
A aeronave tinha saído de Teresina (PI), onde a banda fez um show na noite de sábado (com a dupla Zezé Di Camargo e Luciano), rumo ao Recife. Silva chegou a ser levado para o Hospital Getúlio Vargas, em Recife, mas morreu no local. O piloto morreu no lugar do acidente.
De Teresina, os integrantes do grupo seguiram de ônibus para Fortaleza, onde foram avisados do acidente que vitimou o produtor da banda. De acordo com testemunhas, uma das duas hélices do aparelho chegou a pegar de raspão o telhado de uma casa antes de cair, o que em parte amorteceu o impacto.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, outras pessoas que estavam no avião ficaram feridas. Segundo os bombeiros, o acidente ocorreu por volta das 11h horas. Os feridos foram internados nos hospitais Português, Santa Joana e Alfa, na capital pernambucana. (das agências de notícias)
A mulher angolana
A mulher angolana é tão bela quanto uma rosa, ela é linda, linda de mais.
adilson mendes cabral, confirmou esta reaidade.
é verda éla é da Uila uma das cidades de Angola, nunca esquese a sua cultura

Edson





Aristóteles
Este grande filósofo grego, filho de Nicômaco, médico de Amintas, rei da Macedônia, nasceu em Estagira, colônia grega da Trácia, no litoral setentrional do mar Egeu, em 384 a.C. Aos dezoito anos, em 367, foi para Atenas e ingressou na academia platônica, onde ficou por vinte anos, até à morte do Mestre. Nesse período estudou também os filósofos pré-platônicos, que lhe foram úteis na construção do seu grande sistema.

A Vida e as Obras
Em 343 foi convidado pelo Rei Filipe para a corte de Macedônia, como preceptor do Príncipe Alexandre, então jovem de treze anos. Aí ficou três anos, até à famosa expedição asiática, conseguindo um êxito na sua missão educativo-política, que Platão não conseguiu, por certo, em Siracusa. De volta a Atenas, em 335, treze anos depois da morte de Platão, Aristóteles fundava, perto do templo de Apolo Lício, a sua escola. Daí o nome de Liceu dado à sua escola, também chamada peripatética devido ao costume de dar lições, em amena palestra, passeando nos umbrosos caminhos do ginásio de Apolo. Esta escola seria a grande rival e a verdadeira herdeira da velha e gloriosa academia platônica. Morto Alexandre em 323, desfez-se politicamente o seu grande império e despertaram-se em Atenas os desejos de independência, estourando uma reação nacional, chefiada por Demóstenes. Aristóteles, malvisto pelos atenienses, foi acusado de ateísmo. Preveniu ele a condenação, retirando-se voluntariamente para Eubéia, Aristóteles faleceu, após enfermidade, no ano seguinte, no verão de 322. Tinha pouco mais de 60 anos de idade. A respeito docaráter de Aristóteles, inteiramente recolhido na elaboração crítica do seu sistema filosófico, sem se deixar distrair por motivos práticos ou sentimentais, temos naturalmente muito menos a revelar do que em torno do caráter de Platão, em que, ao contrário, os motivos políticos, éticos, estéticos e místicos tiveram grande influência. Do diferente caráter dos dois filósofos, dependem também as vicissitudes exteriores das duas vidas, mais uniforme e linear a de Aristóteles, variada e romanesca a de Platão. Aristóteles foi essencialmente um homem de cultura, de estudo, de pesquisas, de pensamento, que se foi isolando da vida prática, social e política, para se dedicar à investigação científica. A atividade literária de Aristóteles foi vasta e intensa, como a sua cultura e seu gênio universal. "Assimilou Aristóteles escreve magistralmente Leonel Franca todos os conhecimentos anteriores e acrescentou-lhes o trabalho próprio, fruto de muita observação e de profundas meditações. Escreveu sobre todas as ciências, constituindo algumas desde os primeiros fundamentos, organizando outras em corpo coerente de doutrinas e sobre todas espalhando as luzes de sua admirável inteligência. Não lhe faltou nenhum dos dotes e requisitos que constituem o verdadeiro filósofo: profundidade e firmeza de inteligência, agudeza de penetração, vigor de raciocínio, poder admirável de síntese, faculdade de criação e invenção aliados a uma vasta erudição histórica e universalidade de conhecimentos científicos. O grande estagirita explorou o mundo do pensamento em todas as suas direções. Pelo elenco dos principais escritos que dele ainda nos restam, poder-se-á avaliar a sua prodigiosa atividade literária". A primeira edição completa das obras de Aristóteles é a de Andronico de Rodes pela metade do último século a.C. substancialmente autêntica, salvo uns apócrifos e umas interpolações. Aqui classificamos as obras doutrinais de Aristóteles do modo seguinte, tendo presente a edição de Andronico de Rodes.

ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO

É o Estado em que as leis ocupam um lugar cimeiro.Neste tipo do estado todas as pessoas inclusive o proprio Estado são submetidas aos tipos de leis que vigoram no Pais.Tratam-se mais concretamente da Constituição e das leis ordinárias.Nas leis ordinárias temos de distiguir as leis ordinárias solenes que são elaboradas pela A.Ne as leis ordinárias não solenes que são elaboradas pelo P.R ou o Governo.Na Assembleia Nacional a elaboração das leis passam por cinco passos:1º A apresentação da proposta,a discussão,a votação,a promulgação pelo P.R e Publicação no Diário da Republica ou Joprnal oficial.

Lueni

A NOVA VIDA DAS ANGOLANAS

VAMOS LUTAR PARA INVERTERMOS O QUADRO!!!!

A tipologia sociológica da actual tendência da mulher mwangolé Encontram-se distribuídas por grupos, e nas empresas aqui em Angola tu encontras os seguintes grupos:

As 1. Shakiras: São as damas, entre 20 a 28 anos de idade, boas do pedaço, são as boazudas. São calculistas, gostam de gingar, usam roupas curtas e justas, só usam fio dental ou asa delta e na maior parte dos casos têm tatuagem. Quando andam parece a Shakira a dançar, e no seu olhar denota-se implícita a expressão: Eat me! O seu alvo preferencial é a chefia, os cabolas não lhes interessam. Mas não são mulheres muito inteligentes, são imediatistas e gostam do lucro fácil. Gastam muito dinheiro em esteticistas, ginásios etc. para manter a frescura.

2. As Baixo Nível (também conhecidas por ' Me leva que eu vou'): Estas são as mais fáceis, estão sempre disponíveis.. Basta só um saldo de 10, ou então uma sessão de cinema no Belas, ou ainda um lanche no Jango, as vezes umas birras e hambúrguer na roloute da tia Fefa resolve o problema. A maka destas é que são muito 'disponíveis' e qualquer muadié lhes leva, e se um gajo do meu nível e calibre faz um Move (um movimento, um arrasto), ela vai já espalhar para todo mundo e depois ' borra a postura' dum gajo.

3. As Titanics: Estas estão encalhadas. A situação para estas jovens, está critica, o seu slogan è: ' Haja homem! '. Esta situação muitas vezes é causada pelo facto de serem muito selectivas na escolha dos parceiros, isto faz com que afugentem os supostos candidatos. São orma muito sociáveis finórias e semicaras. Procuram homem que lhes dê imagem no meio social empresarial. Frequentam regularmente casas nocturnas de 2ª a ta-feira. E gostam muito de viajar para a Europa mas, ele a pagar as despesas.

4. As ' Colega não apanha nada' : Estas são na maior parte damas belas e inteligentes, e com elas é só trabalho, e para além do trabalho ... só trabalho mesmo. São simpáticas, prestativas mas deixam logo bem patente que não misturam dever com prazer. Com estas você se contenta só já com a amizade e camaradagem, gostam muito de dançar, mas se te armares em esperto vão te dar um NÂO bem grande. Resumindo não vão para cama facilmente, já não é com elas, estão fartas disso, elas só querem amizade e se xateiam ada. Também gostam de casas nocturnas para seduzir amizades.

5. As Ngaxi wa Kudiwa (ou Galinhas Velhas): Aqui a chaparia está bala mas o motor está a babar óleo, a montra é muito bonita mas o armazém esta todo malaique. São mesmo galinhas velhas e só servem mesmo para fazer canja, ou seja para pitar quando um gajo está mal. São jovens já muito rodadas, com muitos quilómetros de estrada. Gostam muito de curtir, são convida-homem. Nestas o melhor é estar fora meu mano.
Postado por Usuario ComPart às 14:13 0 comentários

Gestão escolar, Brasil

Em um contexto marcado pela reabertura política, após duas décadas de ditadura militar, a sociedade civil brasileira, através de movimentos político-sociais anseia pelos princípios democráticos norteando as relações e práticas sociais. De acordo com Luce & Medeiros (2006), ao longo da década de 1970 e início da década de 1980, as lutas das classes trabalhadoras em prol do direito de seus filhos à escola pública, os movimentos dos professores e de toda a sociedade civil pelo retorno à institucionalidade democrática, revestem o campo da gestão da educação de novos predicativos: os princípios democráticos.

A NOVA VIDA DAS ANGOLANAS

VAMOS LUTAR PARA INVERTERMOS O QUADRO!!!!


A tipologia sociológica da actual tendência da mulher mwangolé
Encontram-se distribuídas por grupos, e nas empresas aqui em Angola tu encontras os seguintes grupos:

As 1. Shakiras: São as damas, entre 20 a 28 anos de idade, boas do pedaço, são as boazudas. São calculistas, gostam de gingar, usam roupas curtas e justas, só usam fio dental ou asa delta e na maior parte dos casos têm tatuagem. Quando andam parece a Shakira a dançar, e no seu olhar denota-se implícita a expressão: Eat me! O seu alvo preferencial é a chefia, os cabolas não lhes interessam. Mas não são mulheres muito inteligentes, são imediatistas e gostam do lucro fácil. Gastam muito dinheiro em esteticistas, ginásios etc. para manter a frescura.

2. As Baixo Nível (também conhecidas por ' Me leva que eu vou'): Estas são as mais fáceis, estão sempre disponíveis.. Basta só um saldo de 10, ou então uma sessão de cinema no Belas, ou ainda um lanche no Jango, as vezes umas birras e hambúrguer na roloute da tia Fefa resolve o problema. A maka destas é que são muito 'disponíveis' e qualquer muadié lhes leva, e se um gajo do meu nível e calibre faz um Move (um movimento, um arrasto), ela vai já espalhar para todo mundo e depois ' borra a postura' dum gajo.

3. As Titanics: Estas estão encalhadas. A situação para estas jovens, está critica, o seu slogan è: ' Haja homem! '. Esta situação muitas vezes é causada pelo facto de serem muito selectivas na escolha dos parceiros, isto faz com que afugentem os supostos candidatos. São orma muito sociáveis finórias e semicaras. Procuram homem que lhes dê imagem no meio social empresarial. Frequentam regularmente casas nocturnas de 2ª a ta-feira. E gostam muito de viajar para a Europa mas, ele a pagar as despesas.l

4. As ' Colega não apanha nada' : Estas são na maior parte damas belas e inteligentes, e com elas é só trabalho, e para além do trabalho ... só trabalho mesmo. São simpáticas, prestativas mas deixam logo bem patente que não misturam dever com prazer. Com estas você se contenta só já com a amizade e camaradagem, gostam muito de dançar, mas se te armares em esperto vão te dar um NÂO bem grande. Resumindo não vão para cama facilmente, já não é com elas, estão fartas disso, elas só querem amizade e se xateiam ada. Também gostam de casas nocturnas para seduzir amizades.

5. As Ngaxi wa Kudiwa (ou Galinhas Velhas): Aqui a chaparia está bala mas o motor está a babar óleo, a montra é muito bonita mas o armazém esta todo malaique. São mesmo galinhas velhas e só servem mesmo para fazer canja, ou seja para pitar quando um gajo está mal. São jovens já muito rodadas, com muitos quilómetros de estrada. Gostam muito de curtir, são convida-homem. Nestas o melhor é estar fora meu mano.

TOMADA DE POSIÇÃO DA AJPD

TOMADA DE POSIÇÃO DA AJPDSOBRE AS DECLARAÇÕES DO VENERANDO JUIZ DO TRIBUNAL CONSTITUCIONAL, ONOFRE DOS SANTOS A RÁDIO LAC O Juiz Conselheiro do Tribunal Constitucional da República de Angola, Onofre dos Santos, afirmou, durante uma entrevista no programa «Café da Manhã», da Rádio Luanda Antena Comercial (LAC), no dia 2 de Dezembro de 2008, que a «sociedade civil não deve fazer política».A AJPD lamenta tais afirmações proferidas por um titular de um Órgão de Soberania, o Tribunal Constitucional, sem respaldo na Lei Constitucional, na Lei das Associações, na Lei dos Partidos Políticos e nos instrumentos jurídicos internacionais de protecção dos Direitos Humanos ratificados por Angola. A sociedade civil é constituída por indivíduos e por organizações, com fins e atribuições diversas, às quais, inequivocamente, a Constituição atribui o direito de exercer o poder político através de três formas.
1. Atribui aos cidadãos angolanos o direito de eleger os seus representantes; 2. E participar nos referendos; 3. E atribui ainda aos cidadãos e às Organizações da Sociedade Civil o direito de exercer o poder político através de «outras formas de participação democrática … na vida da Nação» (artigo 3.º da LCA).
4. Para o efeito, a Constituição erige à categoria de fundamento da República «o pluralismo de expressão e de organização política» (artigo 2.º da LCA). O pluralismo de expressão significa a existência de vários sujeitos veiculadores de opiniões políticas e o pluralismo de organização política significa a existência de vários partidos políticos e de associações políticas, sendo certo que estas últimas não gozam do estatuto dos partidos políticos (artigo 3.º da Lei dos Partidos Políticos).Se dúvidas restarem, a Lei das Associações diz expressamente que as associações podem ter fins políticos (artigo 7.º). E o mesmo princípio vem expresso no artigo 3.º da Lei dos Partidos Políticos.As afirmações do Venerando Juiz Conselheiro do Tribunal Constitucional da República de Angola são incompreensíveis e de uma extrema gravidade, atendendo às responsabilidades e ao nível de compreensão que deve ter em relação à matéria. Só com base na Constituição ou nas leis ordinárias, ou ainda na melhor doutrina do direito associativo, seriam admissíveis as afirmações do Venerando Juiz Conselheiro Onofre dos Santos, coisa que não acontece.
A AJPD,António Ventura(Presidente)Luanda, 2 de Dezembro de 2008. António VenturaPresidenteAssociação Justiça, Paz e DemocraciaAvenida Comandante Valódia Prédio nº 253 - 2º andar, Apt CEscritório: (244) 222 430 299 / Telemóvel: (244) 923 40 10 23Fax: (244) 222 445 969ajpd@netangola.com

COMUNIDADE ENVAGELICA PENTECOSTAL CIDADE DE CANAAN

Vimos atraves deste tema" O QUE É A GRAÇA?" para conversar e compreendermos , realmente a sua importância na vida do homem.
A graça é uma benção consedida ao nosso , senhor Deus desde o princípio do mundo.

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o blogger tem vantagem na rede ept porque permite o homem comunicar-se um ao autro por via internet, enviar noticias, mensagens.

Conheça o BIEL (boletim Informativo ecos da Liberdade)

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Somos um órgão de comunicação religiosa que editamos e publicações notícias das demais igrejas cristãs angolana, criado em 2007, cuja a sua direcção geral está na província de Cabinda (Angola).
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"National Counselling Centre/ Centro Nacional de Aconselhamento (NCC)"
O NCC é uma organização não governamental de âmbito nacional que foi fundada em 1999 por um grupo de jovens universitários. As suas áreas concernem aos direitos humanos, democracia e eleições, boa governação, educação cívica e eleitoral e realiza os seus trabalhos através de seminários nas 18 províncias do país, conferências, forúns, programas de rádio e teatros.
Actualmente, o NCC trabalha com algumas organizações Internacionais entre elas a ICCO. O NCC está localizado na rua Mbulu (Morro Bento) no residencial da Aliança Evangélica de Angola e tem com ele vários funcionários que trabalham em várias áreas.
O Livro "Os Cidadãos e as Eleições- O Impacto das eleições no Desenvolvimento Sócio Económico de Angola" também foi um dos resultados dos trabalhos do NCC sem contar com outras publicações e formações e tem estado presente em várias províncias do país formando os cidadãos sobre os seus direitos e os seus deveres para com Angola.

É um prazer trabalhar com vocês.

olá malta! é com grande alegria, que tenho o prazer de trabalhar com todos vocês nesta formação, e espero que com isto as nossas organizações aproveitem o máximo, destas todas experiências para que possamos ajudar as nossas comunidades, que tanto precisam de nós.

um abraço a todos vocês

Alexandre Daniel / ONG ADSA

http://www.alexnzinga.hi5.com

E-mail: alexnzinga@yahoo.com.br

reparos

para entrar na minha pagina clik MR

Formação de quadros Sociais

Esta formção não vai ser mais uma.
Temos doravante de narrar os factos, makas e mujimbos de interesse comum. As nossas organizações muitas vezes estão escondidinhas e apenas olhando para o seu umbigo; agora se pode levantar a cabeça, ver o que está à volta e ouvir o que os outros fazem e emitir a nossa opinião, passar a nossa experiência.

O Instituto Superior João Paulo II está a ministrar desde 2005 duas Licenciaturas: (1) em Serviço Social (Assistentes Sociais) e (2) em Educação Moral e Cívica (Professores de EMC). Lança os primeiros Assistentes Sociais e Professores de Educação Moral e Cívica em Março de 2008.

Pessoas com muita experiência em processos de desenvovimento comunitário têm agora uma oportunidade de se formar em quatro ano, em Angola. Os Curso oferecem estágios curriculares desde o 1.º ao 4.º ano. As matrículas para 2009 começam em Janeiro/2009.
Tel. 222 32 85 70 /72. Av. Ho-Chi-Minh, Largo das Escolas, Maianga, Luanda-Angola.


O Curso Médio de Educadores Sociais do ICRA (Instituto de Ciências Religiosas de Angola), forma, como é óbvio, Educadores Sociais. São Técnicos sociais capazes de organizar, dinamizar um processo de sesenvolvimento comunitário. As ONG que precisem de trabalhadores sociais qualificados podem telefonar para o terminal 222 32 28 32 ou pelo E-mail: icra-estagios@nexus.ao . Recentemente foram recentemente formados 63 Educadores Sociais que precisam de emprego. Uma coisa é certa: em matéria de desenvolvimento social adaptam-se facilmente e surprendem o empregador. O Curso Médio de Educadores Sociais tem 16 anos de experiência. Pode encontrar o ICRA-Educadores Sociais na Av. Ho-Chi-Minh, Largo das Escolas, próximo da União dos Escritores Angolanos, Maianga, Luanda-Angola.

Um convite à formação de qualidade.

ae.

A Situação das mulheres em Angola




A SITUAÇÃO DAS MULHERES EM ANGOLA (URGENTE)


Gente........ Vamos ficar atentos é que há um problema gravíssimo no mundo. Poucas pessoas (principalmente os homens) reconhecem os direitos das mulheres. Dão uma olhada neste link abaixo que há pequenas informações acerca.


Tem-se visto que existe um défice quanto ao número de organizações femininas e de movimentos de mulheres. Actualmente temos apenas três organizações que trabalham em prol da mulher que são a:
  1. OMA
  2. LIMA
  3. Rede Mulher.

    Estas por sua vez, dado a sua agenda, disponibilizam pouco tempo para estas preocupações. Actualmente temos leis que protegem isto é não descriminam as mulheres como: a lei constitucional, a lei do trabalho, dos partidos políticos entre outros.

    A violência doméstica esta a aumentar. Esta é uma consequência da pobreza. A polícia nacional responde a esta situação aumentando o número de mulheres na própria policia. O caso de HIV/ SIDA esta a aumentar e as mulheres são as mais afectadas principalmente as grávidas. Pessoal, são problemas muito graves sem contar que os casos de violação sexual está também a aumentar.

    Eu acho que o trabalho de sensibilização e atendimento psicológico deve começar por nós mesmos a partir de casa, escola, trabalho. Enfim, vamos estar mais atentos com os nossos próximos.

    Por isso faço um apelo as mulheres que fazem parte desta formação que tenham a iniciativa de criar movimentos de mulheres e organizações que se preocupem com os problemas que as mulheres enfrentam.

    Faço uma pergunta a todas vocês: O que acham da situação das mulheres em Angola? Esta pergunta pode valer para os homens também. Por favor respondam-me o mundo está preocupado com a situação das mulheres.




    Abraços

Materia sobre o VIH e SIDA







Estigma e Discriminação, Diferênça dos temos:
Estigma: significa marcar, Conotar.
Discriminar: Significa Exclusão, Separar
ESTIGMA E DISCRIMINAÇÃO RELACIONADA COM O VIH (HIV) -
A SIDA (AIDS) é uma epidemia global. As pessoas que têm VIH (HIV) e SIDA (AIDS) são, em maior ou menor grau, estigmatizadas em todo o mundo.
Em todo o mundo, o estigma do VIH (HIV) é expresso através de ostracismo social, rejeição pessoal, discriminação directa e indirecta e leis que privam as pessoas que têm, e que são afectadas, pelo VIH (HIV) e a (SIDA) dos seus direitos básicos. No Reino Unido a discriminação relacionada com o VIH (HIV) e a SIDA (AIDS) no emprego, cuidados de saúde, seguros e educação tem sido amplamente noticiada desde o princípio da epidemia.
O que são estigma e discriminação?
Estigma é uma forma de preconceito que desacredita ou rejeita um indivíduo ou grupo porque são vistos como sendo diferentes de nós ou do convencional. Quando as pessoas agem devido ao seu preconceito o estigma transforma-se em discriminação.
Discriminaçãopode ser definida como qualquer acção ou medida que resulta em alguém ser tratado(a) de maneira injusta porque pertence, ou aparenta pertencer, a um grupo particular (por exemplo um homossexual que é vítima de discriminação devido à sua orientação sexual).
O que são o estigma e a discriminação relacionada com o VIH (HIV)?
O estigma relacionado com o VIH (HIV) tem origem sobretudo no medo e na ignorância sobre a doença e/ou hostilidade e preconceitos existentes sobre os grupos que mais são afectados pelo VIH (por exemplo: homossexuais e africanos negros).
A discriminação relacionada com o VIH (HIV) é o tratamento injusto das pessoas em função do seu estado de VIH (HIV) actual ou suspeito. A discriminação contra as pessoas que têm VIH (HIV) e SIDA (AIDS) também se estende àqueles com quem o VIH (HIV) e SIDA (AIDS) são associados pelo público.
A discriminação relacionada com o VIH (HIV) é única. Ao contrário de outros tipos de discriminação por deficiência, é frequentemente associada e reforça outras formas de discriminação tais como o racismo e a homofobia.
Que factores contribuem para o estigma e a discriminação relacionada com o VIH (HIV)?
O VIH (HIV) é uma doença potencialmente fatal;
A não compreensão da doença (por exemplo mitos e conceitos errados sobre como o VIH (HIV) é transmitido);
Associação do VIH (HIV) com comportamentos e estilos de vida específicos (por exemplo homossexualidade e consumo de drogas injectáveis);
Preconceitos existentes contra grupos da população já estigmatizados e discriminados devido à sua raça, sexo e/ou orientação sexual; e
Irresponsabilidade e notícias tendenciosas da imprensa relacionadas com o VIH (HIV).
Exemplos de discriminação relacionada com o VIH (HIV)
Para as pessoas que têm VIH (HIV), ou para aqueles que assumiram serem seropositivos, nenhuma área da vida é intocável por estigma nem é invulnerável à discriminação.
Trabalho
Exemplos de práticas discriminatórias incluem testes do VIH (HIV) antes da admissão a um trabalho, recusa de empregar pessoas que sejam seropositivas, assédio no trabalho e pressão para que se demitam. O Consórcio Nacional de Luta contra a SIDA (National AIDS Trust - NAT) desenvolveu um pacote de recursos para os patrões com o objectivo de prevenir o estigma e a discriminação no local de trabalho. Para mais informação visite a página www.areyouhivprejudiced.org
Habitação
Exemplos de discriminação incluem recusa a alugar uma propriedade sem dar uma razão, assediar um inquilino e despejo sem motivo.
Seguros
Algumas seguradoras requerem um teste de VIH (HIV) antes de providenciar seguro, ou recusam-se a providenciar seguro de saúde e seguro de vida a homossexuais, seja qual for o seu estado de VIH (HIV).
Educação
Os professores que são seropositivos podem ser despedidos devido a medo irracional de transmissão do vírus às crianças e o medo generalizado da SIDA (AIDS) levou muitos adultos a tomar medidas extremas para impedir crianças seropositivas de frequentar a escola.
Serviços
Os prestadores de serviços também podem discriminar, especialmente no que diz respeito ao acesso aos cuidados de saúde. Exemplos disto incluem médicos de clínica geral, cirurgiões, enfermeiras ou dentistas que se recusam a tratar pacientes com VIH (HIV), providenciando padrões de cuidados de saúde discriminatórios ou adoptando medidas de controlo da infecção desnecessárias. O Consórcio Nacional de Luta contra a SIDA (National AIDS Trust - NAT) tem um pacote de recursos para ajudar a lidar com o estigma e a discriminação nos serviços de saúde. Visite a página www.areyouhivprejudiced.org para obter mais informação.
Qual é o impacto do estigma e da discriminação relacionada ao VIH (HIV)?
Responder ao VIH (HIV) e à SIDA (AIDS) culpabilizando e ofendendo as pessoas que vivem, ou que são afectadas por esta doença, empurra a epidemia para a clandestinidade criando assim as condições ideais para que o VIH (HIV) se propague.
Isto acontece porque:
O estigma e a discriminação ameaçam a eficácia da prevenção e dos programas de cuidados do VIH (HIV) desencorajando as pessoas a fazerem o teste e a procurar informação sobre como se podem proteger a eles próprios e aos outros.
O estigma e a discriminação têm um impacto destrutivo nas comunidades desfavorecidas, já estigmatizadas e marginalizadas.
A discriminação contra as pessoas que vivem com, ou que estão afectadas com o VIH (HIV) e a SIDA (AIDS), ou aquelas que se assume estarem infectadas viola os direitos humanos fundamentais, em particular o direito a viver sem ser discriminado.
Responder ao estigma e à discriminação relacionada com o VIH (HIV)
Para responder de maneira eficaz ao estigma e à discriminação relacionada com o VIH (HIV), uma variedade de estratégias para lidar com o preconceito e proteger os direitos das pessoas tem de ser implementadas.
Legislação contra a discriminação já existente
A Legislação contra a discriminação é, presentemente, composta de três estatutos principais que lidam com sexo, raça e deficiência respectivamente. Estes estatutos são a Lei de Discriminação Sexual de 1975 (Sex Discrimination Act 1975), a Lei de Relações Raciais de 1976 (Race Relations Act 1976), e a Lei de Discriminação por Deficiência de 1995 (Disability Discrimination Act 1995) (em breve vai ser modificada, veja abaixo).
Além disto, desde Dezembro de 2003, as Normas de Igualdade no Trabalho (Orientação Sexual) de 2003 (Employment Equality (Sexual Orientation) Regulations 2003) proíbem a discriminação com base na orientação sexual no trabalho e cursos profissionais. Também estão em vigor novas normas que proíbem a discriminação com base na religião ou crença.
Desenvolvimentos na legislação
O Projecto de Lei da Discriminação por Deficiência de 2003 (Disability Discrimination Bill 2003) tornou-se lei na Primavera de 2005 e algumas das suas provisões vão entrar em vigor legalmente em Dezembro de 2005. As alterações feitas à lei existente vão de alguma maneira melhorar os direitos legais das pessoas que vivem com o VIH (HIV). Em particular, a nova Lei estende a protecção legal de discriminação às pessoas que têm VIH (HIV) desde o momento do diagnóstico. Anteriormente a lei abrangia apenas as pessoas com VIH (HIV) no estado sintomático e aqueles previamente sintomáticos ou diagnosticados com SIDA (AIDS).
Em Maio de 2004 o Governo publicou um Projecto de Lei (White Paper) sobre o estabelecimento de uma única Comissão para a Igualdade e os Direitos Humanos (Commission for Equality and Human Rights - CEHR), e o processo de consulta foi recentemente completado. A Comissão (CEHR) proposta terá a responsabilidade das três Comissões de Igualdade existentes: a Comissão para a Igualdade Racial (Commission for Racial Equality - CRE), a Comissão para os Direitos dos Deficientes (Disability Rights Commission - DRC) e a Comissão da Igualdade de Oportunidades (Equal Opportunities Commission - EOC), e também irá providenciar apoio institucional à Lei de Direitos Humanos (Human Rights Act). O Governo quer que a Comissão (CEHR) seja estabelecida até 2007, com todas as comissões de igualdade presentes incorporadas na nova Comissão até 2008/2009.
No entanto, ainda existem áreas que precisam de ser melhoradas. As leis contra a discriminação precisam de ser simples para que sejam entendidas e fáceis de usar. Neste momento existe uma variedade de leis que tratam da discriminação relacionada com o sexo, raça e deficiência de maneira diferente e que providenciam diferentes níveis de protecção. Apesar do estabelecimento da Comissão (CEHR) e do Projecto de Lei da Discriminação por Deficiência (Disability Discrimination Bill) ser um grande avanço, não é suficiente e vão permanecer anomalias em outras áreas de discriminação. Todas estas leis deveriam ser combinadas numa Lei Única de Igualdade (Single Equality Act), que deveria estabelecer numa só lei os direitos dos indivíduos a não serem discriminados e os deveres dos patrões, dos organismos públicos e dos fornecedores de bens e serviços para prevenir tal discriminação. Para mais informação sobre a campanha do Consórcio Nacional de Luta contra a SIDA (National AIDS Trust - NAT) a favor de uma Lei Única de Igualdade visite
Educação
A educação é um componente essencial em qualquer estratégia para reduzir ou prevenir o estigma e a discriminação contra as pessoas com VIH (HIV) e as comunidades mais afectadas pelo vírus. Deve-se dar prioridade a três tipos de programas educacionais: públicos, profissionais e centrados na educação.
A educação pública tem de manter ou aumentar o conhecimento entre a população geral sobre o VIH (HIV). Além disso, devido à frequência a que ocorre discriminação nos serviços de saúde, educar os trabalhadores destes serviços é uma prioridade, tal como é a educação de outros grupos de profissionais. Os programas educacionais públicos e profissionais precisam de ser apoiados por comunidades ou populações específicas. Isto pode incluir escolas, comunidades de fé ou o local de trabalho, ou grupos afectados pelo vírus desproporcionadamente, tais como as comunidades africanas e homossexuais.
A campanha do Consórcio Nacional de Luta contra a SIDA (National AIDS Trust - NAT) "ARE YOU HIV PREJUDICED?” (TEM PRECONCEITOS CONTRA OS SEROPOSITIVOS?) foi elaborada para desafiar o estigma e a discriminação relacionada com o VIH (HIV) dando informação sobre o VIH (HIV), ilustrando o impacto do estigma e da discriminação e providenciando maneiras para lidar com a discriminação. Dois pacotes de informação foram elaborados como parte desta campanha, um com o objectivo de lidar com a discriminação no local de trabalho e o outro direccionado aos cuidados de saúde primários (por exemplo: médicos de clínica geral (GPs) e dentistas). Estes dois pacotes providenciam informação, ideias e boas directrizes para lidar com a discriminação e cumprir com a nova legislação, para as pessoas que trabalham em lugares relevantes.
Mobilização da comunidade
Devem desenvolver-se redes e organizações que envolvam e representem pessoas das comunidades mais afectadas pelo VIH (HIV) e a SIDA (AIDS).
Estas redes e organizações têm tido historicamente um papel vital no trabalho pelas mudanças sociais e políticas necessárias para prevenir, desafiar e eliminar a discriminação relacionada com o VIH (HIV).
Para mais informação sobre o programa contra o estigma e a discriminação relacionada com o VIH (HIV) do Consórcio Nacional de Luta contra a SIDA .
Para quem quer saber mais sobre a materia sobre VIH e SIDA faz click aqui

saudade

A saudade é uma afecção que nos sentimos, na ausência de um familiar, um namorado, um amig0.

Sim nós Podemos

Oi pessoal !
Chamo-me Nelson Paulo e estou a adorar aprender sobre tecnologias de comunicação e informação , essa aprendizagem me remete para Obama , "Sim nós podemos " , acrecento der agentes da construção de Angola diferente com justiça e paz social .

aqui está a pagina de pibiwiki de nelson

amorzinha news


todos os dis sao dias mas a dias que devemos por o preto no branco e emportante podes crer

salvar o dia de outras pessouas nao e facel .Podes tentar e emportante

BIOQUÍMICA

Chama-se coenzymas as substanças organicas complexas que contem enzymas junto com um grupo prostetico.


FAÇA UM POBRE FELIZ COM A MODA






MODA





Se não estivesse fora de moda...

Eu iria falar de Amor.

Daquele amor sincero, olhos nos olhos,

frio no coração.

Aquela dorzinha gostosa,

de ter muito medo de perder tudo.

Daqueles momentos que só quem já amou um dia,

conhece bem.

Daquela vontade de repartir,

de conquistar todas as coisas...

Mas não para retê-las no egoísmo material da posse,

mas doá-las, no sentimento nobre de amar.

Se não estivesse fora de moda...

Eu iria falar de Sinceridade.

Sabe, aquele negócio antigo

de fidelidade, respeito mútuo...

e outras coisas mais.

Aquela sensação que embriaga mais que a bebida.

Que é ter, numa pessoa só, a soma de tudo que

as vezes procuramos em muitas.

A admiração pelas virtudes, aceitação dos defeitos...

E sobretudo, o respeito pela individualidade,

que até julgamos nos pertencerem,

sem o direito de possuir.

Se não estivesse tão fora de moda...

Eu iria falar em Amizade.

O apoio, o interesse, a solidariedade de uns

pelas coisas dos outros e vice-versa.

A união além dos sentimentos

e a dedicação de compreender para depois gostar.

Se não estivesse tão fora de moda...

Eu iria falar em Família.

Sim! Família!!!

Pai, mãe, irmãos, irmãs, filhos, lar...

O bem maior de ter uma comunidade unida

pelos laços sanguíneos e protegidas pelas

bênçãos divinas.

Um canto de paz no mundo, o aconchego da morada,

a fonte de descanso e a renovação das energias.

Família...

O ser humano cumprindo sua missão mais sublime

de seqüenciar a obra do criador.

E depois...

Eu iria até, quem sabe, falar sobre algo como...

a Felicidade.

Mas é pena que a felicidade,

como tudo mais, há muito tempo já está

fora de moda.

Sabe de uma coisa...

Me sinto feliz por estar tão fora de moda.

E você?

Também está fora de moda como eu?

Espero que sim!!! Quicuca Pinto

Quer Saber Mais Sobre o que?:
ANEDOTAS
ESTARÁS MAIS FELIZ SE CLICARES:
AQUI
AQUI
AQUI

testagem

marcelo francisco Garcia
estou a gostar da formação porque
ela
esta ser bem
dada

Si quer nminha pagina no nosso wiki faz click aqui.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Edson Cardoso

organização:OMUNGA
Função:jornalista/membro da brigada jornalística do OMUNGA
 
 
Experiência em internet:
Na instituição em que trabalho , trabalhamos em rede de partilha de e-mails
trabalho normalmente com o skype
Faço também normalmente pesquisas em google
trabalho também em online, brazil, alrmanha
 
 
Perspectivas: Com essa formação eu pretendo dar o meu contributo na organização em que pertenço e para sociedade.
E dizer também que é bom para mim porque são conhecimentos que estou obtendo para minha vida e formação 

My MSN address

Alfredo Rodrigues Torres Brandão: alfredobumba@gmail.com
Instituição: Associação Angolana para Educação de Adultos (AAEA): aaeadultos@netangola.com
Função: Tecnico de Produção e Reprodução de Materiais Educativos
 
Aprofundar conhecimentos sobre funcionamento e gestão de informação on line


--
Alfredo Brandão

Simao Bernardo Quicuca Pinto

Função: Técnico de Hardware e Professor de Informática na Óptica do utilizador pelo ICRA (Instituto de Ciências Religiosas de Angola)
 
Experiências Internet: Internet é o meu trabalho quase diário e tenho pequenas experiências como: Baixar arquivos "livros..."; Criar emails, Fazer Downloads; colocar informação em Wikipédia e outras..... 


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Jesse salvador Lufendo

jesselufendo1@gmail.com skupe jesselufendo
 
ORGANIZAÇÃO: OMUNGA Função produtor editor de documentários educativos.
experiência com internt:  Na divulgação e partilha de informação, pequisas de trabalhos escolares, e sites de jornais que divulgam informação sobre o outro lado de Angola   
 
expetativas: aprender como trabalhar em web2, porque isso vai permitir um grande avanço nas publicações de informação sobre diversos assuntos e principalmente aqueles que minha associação aborda.
É também intressante sabes porque? porque não conheço esse sistema web2. afinal o que é isso?
 
força...Jesse Lufendo.
 

Marcelo Francisco Garcia

 
Organização: Igreja Evangelica Reformada de Angola (IERA)
 
Experiencia com Internet: Razoavel
 
Função: Oficial de Programa
 
Expectativa:
pretendo ter mais conhecimentos acerca dos meios de comunicação na Internet


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Heitor Miguel Antonio

Bom dia!
Escrevo do Bairro Cassenda, Rua 11, Casa nº 91, Luanda - Angola,
Funcionário da Rede Esperança de Luta Contra o VIH/SIDA na área das Relações Públicas,
Quanto a experiência na Internet, tenho algumas que me permite comunicar-me com os de mais parceiros,
Expectativas: Espero que nos proporcionam materiais necessários para a aprendizagem e também espero aprovitar no maximo para depois aplicar.
 
OBRIGADO!
HEITOR MIGUEL ANTONIO - RELAÇÕES PÚBLICAS DE REDE ESPERANÇA.


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ISIDRO DINIS CAMBAMBA LUENI

 
ORGANIZAÇÃO: NCC
 
FUNÇÃO: OFFICIAL DE PROGRAMAS
 
EXPERIENCIA COM INTERNET:Mensagens,anexos,Consulta de Wibe site
 
EXPECTATIVAS: Vou aprender mais um módulo suplementar
 
Lueni


O Windows Live Spaces já chegou! É fácil criar o seu próprio Web site pessoal. Veja só!

António Eduardo

 
Organização: Instituto Superior João Paulo II (ISUP JPII)
 
FunçãoÇ Administrador
 
Experiêcia: Razoável. Uso internetet há mais de dez anos.
 
Expectativa: Obter mais informação que possa melhorar o meu desempenho no uso das várias ferramentas (simples e complexas) que a Internet oferece.
 
 
Cumprimentos,
 
António Eduardo

MARIO ANTONIO DOS SANTOS

 
 
Cell: 924 78 65 79/923 60 67 12 
 
ORGANIZAÇÃO:Igreja Anglicana em Angola - Diocese de Angola
FUNÇÃO: Director do Departamento de Projectos para Desevolvimento Comunitário
 
Tenho experiencias de trabalhar na internet para pesquisar informações uteis e necessario, corresponder com os nossos parceiros de varios projectos, em termos de envio de relatórios e outras informações de trabalho, corresponder com amigos. 
 
 

arie jongejan

 
organizacao : ICCO
 
Funccao:  responsavel de projectos em Angola
 
Experiencia:  razoavel
 
Expectativas:  ter mais conhecimentos acerca dos meios de comunicacoes relacionados com o Internet. Tamber de saber das organizacoes presentes e colegas quais sao as suas necessidades neste area de comunicacao. Nas varias conversas ja percebi que ha varias necessidades como p.e.: educacao na distancia, jornal online, criacao dum webside, como utilizar PB Wiki etc
 
Um abraco
 
arie jongejan

______________________________________________________________________
This email has been scanned by the MessageLabs Email Security System.
For more information please visit http://www.messagelabs.com/email
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Afonso K. kaminda

Organizaão Não Governamental ADSA (Rede Sim à Educação).
 
Função - Tecnico de Imformação.
 
 
Tenho a internet numa perpectiva mais ou menos ampla
ja nela consigo fazer certas coisas como:
Criação de Sites.
Blogs
e outros mais...
 
 
Espectativa
Venho nesta formação para aumentar as minhas capacidades neste Ramo que é o mundo da Internet...


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Catarina Miguel Basílio

1. O meu e-mail é: katyana1986@yahoo.com.br
 
2. A minha Organização chama-se Centro Nacional de Aconselhamento/ National Counselling Centre (NCC)
 
3. A minha função no NCC é: Assistente de Programas (de Rádio) e Projectos nas áreas de (Direitos Humanos, Democracia e Eleições, Boa Governação, Educação Cívica e Eleitoral)
 
4. A minha experiência com a Internet parte desde a facilidade em fazer pesquisas, criar e-mails, enviar mensagens com arquivos em anexo. baasicamente é isto.
 
5. A minha maior expectative é aprender a criar um web-site e aproveitar ao máximo todos a informação que será fornecida nesta formação.
 
 


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Alexandre Daniel Miguel Nzinga

alexnzinga@yahoo.com.br                     ONG juvenil ADSA        - Tecnico de administração e finanças.
 
-Razoavel, espero aprender bastante nesta formação.


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